29/01/2009 - 23h01
Engenheiro agrônomo Ricardo Cerveira
O portal e-Campo entrevistou o Engenheiro. Agrônomo Ricardo Cerveira, presidente do Instituto Biosistêmico
PEC: O que é o instituto Biosistêmico?
RC: O IBS é uma entidade do terceiro setor que atua diretamente em execução de projetos técnicos junto ao setor do agronegócios com foco em ações ambientalmente adequadas e economicamente viáveis. Atuamos em consultoria, treinamento, assessoramento técnico para produtores rurais, com grande atuação em agricultura familiar.
PEC: Qual é o foco de atuação do Instituto?
RC: Nosso foco são produtores rurais, nas cadeias produtivas de orgânico, leite, apicultura, cachaça, ovinocultura, agroindústria, heveicultura (seringueira), horticultura, fruticultura, cafeicultura e por fim, gestão ambiental de propriedades rurais
PEC: Quais projetos o Instituto desenvolve?
RC: Atuamos em diversos projetos no estado de São Paulo. Hoje temos aproximadamente 32 projetos em ação, que atendem por volta de 1500 produtores mensalmente.
PEC: O que muda com a aprovação da lei dos orgânicos?
RC: A principal mudança que vejo junto a aprovação da lei dos orgânicos é que o setor que andava marginalizado, toma reconhecimento oficial e portanto, permite seu crescimento, pois as desconfianças da sociedade junto ao trabalho da agricultura orgânica foram sepultadas com a lei.
PEC:Quais as perspectiva do mercado em relação a aprovação da lei?
RC: É previsível o aumento de agentes de mercado com a aprovação da lei. É claro, que, por outro lado, a exigência do mercado como um todo aumentará, e, portanto, os participantes do mercado orgânico terão de se profissionalizar cada vez mais.
PEC: A grande maioria da população ainda não sabe o que é um "produto orgânico". A que poder ser feito para amenizar esta situação?
RC: Como em qualquer área, o marketing do setor de orgânicos (principalmente o marketing conceitual) precisa ser mais agressivo. Não existe escapatória: para ser conhecido, é necessário aparecer e conhecer as demandas potenciais desse público não consciente. O setor precisa se unir para agir mercadologicamente.
Suas considerações finais.
Vejo que os produtores rurais, quando assistidos corretamente geram renda numa proporção bem maior do que o setor urbano. Faltam oportunidades a esses indivíduos. É nesse foco que fazemos nossas ações: dar oportunidade aos produtores rurais, principalmente aos pequeno, de se inserirem no Agronegócio, preferencialmente no setor de orgânicos que acreditamos que será a grande oportunidade de produção de nosso século.
PEC: O que é o instituto Biosistêmico?
RC: O IBS é uma entidade do terceiro setor que atua diretamente em execução de projetos técnicos junto ao setor do agronegócios com foco em ações ambientalmente adequadas e economicamente viáveis. Atuamos em consultoria, treinamento, assessoramento técnico para produtores rurais, com grande atuação em agricultura familiar.
PEC: Qual é o foco de atuação do Instituto?
RC: Nosso foco são produtores rurais, nas cadeias produtivas de orgânico, leite, apicultura, cachaça, ovinocultura, agroindústria, heveicultura (seringueira), horticultura, fruticultura, cafeicultura e por fim, gestão ambiental de propriedades rurais
PEC: Quais projetos o Instituto desenvolve?
RC: Atuamos em diversos projetos no estado de São Paulo. Hoje temos aproximadamente 32 projetos em ação, que atendem por volta de 1500 produtores mensalmente.
PEC: O que muda com a aprovação da lei dos orgânicos?
RC: A principal mudança que vejo junto a aprovação da lei dos orgânicos é que o setor que andava marginalizado, toma reconhecimento oficial e portanto, permite seu crescimento, pois as desconfianças da sociedade junto ao trabalho da agricultura orgânica foram sepultadas com a lei.
PEC:Quais as perspectiva do mercado em relação a aprovação da lei?
RC: É previsível o aumento de agentes de mercado com a aprovação da lei. É claro, que, por outro lado, a exigência do mercado como um todo aumentará, e, portanto, os participantes do mercado orgânico terão de se profissionalizar cada vez mais.
PEC: A grande maioria da população ainda não sabe o que é um "produto orgânico". A que poder ser feito para amenizar esta situação?
RC: Como em qualquer área, o marketing do setor de orgânicos (principalmente o marketing conceitual) precisa ser mais agressivo. Não existe escapatória: para ser conhecido, é necessário aparecer e conhecer as demandas potenciais desse público não consciente. O setor precisa se unir para agir mercadologicamente.
Suas considerações finais.
Vejo que os produtores rurais, quando assistidos corretamente geram renda numa proporção bem maior do que o setor urbano. Faltam oportunidades a esses indivíduos. É nesse foco que fazemos nossas ações: dar oportunidade aos produtores rurais, principalmente aos pequeno, de se inserirem no Agronegócio, preferencialmente no setor de orgânicos que acreditamos que será a grande oportunidade de produção de nosso século.
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